Tuesday, November 18, 2008
Postado por Figueiredo às 12:33 AM 5 comentários
Thursday, November 06, 2008

Jandira Feghali - Ex-deputada (lê-se desempregada) e comuna desde 1981, de carteirinha. Depois de derrotada no primeiro turno das eleições municipais cariocas, apoiou o candidato à prefeitura Eduardo Paes no segundo turno . A disparidade ideológica entre ambos levantou suspeitas quanto às intenções do apoio, já que o oponente de Paes, Fernando Gabeira, fez campanha contra a compra de apoios em troca de cargos públicos, entendendo que usualmente o indicado partidário não é competente para a função. Mas como seria gritante, alguns pensaram que o motivo poderia ser outro.
Não mesmo, eleitores cariocas, Jandira é a nova Secretária de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro.
Ainda tem mais. Aguardemos.
Postado por Figueiredo às 3:07 PM 1 comentários
(clique na imagem para ampliar)Guardo com bastante nojo as memórias do meu tempo de estudante de Direito. Nada contra o ofício ou a academia, por favor, é que simplesmente aquele não era meu lugar. Já que tomava a faculdade como algo tão interessante quanto um campeonato de bocha, eu obviamente não me envolvia. Faltava a maioria das aulas e quando ia era para tomar cerveja e bater papo com o pessoal da Administração, Contabilidade e flertar com as meninas da Pedagogia. Minhas notas eram de uma mediocridade tão embaraçosa que sinto-me péssimo só de lembrar. No entanto, meu desinteresse excluia uma cadeira.
As primeiras provas consegui um relativo sucesso graças aos truques que todo estudante vagabundo e desinteressado cria num ato de desespero. Funcionou muito bem. Menos para a matéria de Ciências Políticas. Olhei descrente a prova, composta por cinco questões dissertativas onde deveria escolher três para responder. Todas elas pediam-me opinião sobre pessoas que ouvi falar tangencialmente e, se repondesse, seria certo eu derrubar ali alguma abobrinha grossa, algo como "Bacon, além de não ser kosher, é maquiavélico para o coração". Ao invés de responder com esse nível de brilhantismo, resolvi preservar meu orgulho escrevendo nada além do meu nome completo, o dia e o nome da professora. Um zero, mas um zero digno.
A professora, que era uma das poucas que parecia realmente levar a sério suas aulas e que me passou uma imagem de ser tão flexível quanto um bloco de quinze toneladas de chumbo, chamou-me depois da aula que entregou as notas (onde recebi o meu zero) e perguntou o motivo de eu não escrever absolutamente nada, nem abobrinhas, em minha prova. Calhorda que era - e, confesso, bastante surpreso com a atitude solícita da professora - fiz um drama completo e respondi que sua matéria me confundia e que a dificuldade com meu curso se resumia a essa cadeira. Mentira deslavada e ambos sabíamos disso. Ainda assim, com uma atenção quase materna que distoava totalmente da forma que dava aulas, ofereceu-me uma chance. Eu teria dois dias para ler um trecho de "O Principe" de Maquiavel e discursar, em frente a turma e num tempo de cinco minutos, sobre a crueldade na visão maquiavélica.
Para um turista acadêmico e leitor exclusivo de quadrinhos e frases de porta de banheiro, foi um desafio. Li numa dificuldade absurda e, não sei, numa dada hora a coisa começou a fazer sentido e até tomei um certo gosto pelo que estava lendo. Apresentei e meu zero tornou-se 8,5.
Ana Maria Schiavinato despertou minha curiosidade e voltei a assistir suas aulas. As notas melhoraram mas não se comparavam ao resultado mais prático de suas lições, um pouco de consciência cidadã. Ao longo do semestre, escutei uma série fatos sobre política, coisa que abominava, e como ela deveria nos servir, quais os nossos deveres e quão intrínseca estava em meu cotidiano. Apontando os erros da prática e colocando-nos para raciocinar antes de qualquer resposta a questões que levantava, as aulas tornaram-se para mim, gradualmente, encontros que iam além do aprendizado simplesmente acadêmico . Na verdade, Ana Maria ensinou-me, inclusive, a corretamente identificar o que odiava (e odeio) . Foi dessa mulher que escutei, há dez anos, a frase que repito aos que dizem que odeiam politica; "Suspeito que você não odeia política, suponho que você odeia política partidária". Carrego comigo até hoje a base que essa impressionate cientista política me deu.
Devo me desculpar aos dois leitores desse blog por ter me prolongado novamente. No entanto, compreendam que é muito difícil ser grato de modo sucinto, especialmente a alguém que semeou algo que criou raízes tão fortes. Culpem a gratidão. Se a autora desse post fosse a tristeza que me bate, por saber hoje que Ana Maria Schiavinato faleceu há um mês, eu não conseguiria escrever nada além do meu nome completo, o dia e o nome da professora. Seria um zero horroroso.
Obrigado, Ana Maria.

Postado por Figueiredo às 12:42 AM 4 comentários
Thursday, October 30, 2008

Aproveitando a ocasião, gostaria de desejar a algumas ex-chefes, às amigas de minhas ex-namoradas, às ex-namoradas, às tias, às mulheres da faculdade de Engenharia Civil da UFRJ, às colegas de trabalho, a minha dentista, blogueiras, à gerente de meu banco e a todas as mulheres que, voluntariamente ou não, fizeram da minha vida algo um pouco mais miserável, um feliz Dia das Bruxas.
Postado por Figueiredo às 11:00 PM 2 comentários
(Clique na imagem para ampliar)Estamos com o cronograma em dia. O plano de transformação a longo prazo do Rio numa cidade (mais) miserável passeia de vento em popa; Eduardo Paes, mais um político carioca com o execrável perfil dos tipinhos que atuam nessa cidade por quase duas décadas, administrará, a partir do ano que vem, a Cidade Maravilhosa por quatro anos.
Aliás, qualquer pessoa que ainda chamar o Rio hoje de Cidade Maravilhosa ou é porque está colocando uma paixão desmedida e mimada bem acima da razão ou porque perdeu a visão, a audição e o olfato em 1983. Essa cidade, só não vê quem não sai daqui (e cariocas não costumam viajar, salvo para a região dos lagos), é um dos piores lugares para se viver hoje no Brasil.Não é exagero.
Veja, caro leitor, vamos nos despir daquela imagem que temos da capital fluminense e trasportar realmente o que ela é hoje para uma cidade fictícia; Lago de Fevereiro.
Lago de Fevereiro tem uma posição geográfica privilegiada; Praias, morros, aterros modernistas, florestas, lagoas (que dá o nome a cidade)... Tudo isso é só no cartão postal ao passo que as praias estão totalmente poluídas, os morros estão tomados por habitações irregulares, suas lagoas viraram urinol de condomínios construídos aos borbotões sem estudo de impacto urbanístico nem cuidado do poder público com seu esgoto (e, como é o mercado imobiliário quem manda e a prefeitura já está comprada, quem se importa com estética? Constroe-se o que couber mais unidade no terreno), as florestas são inacessíveis e o que se acessa já está tomado por farofeiros que levam frango e cachaça ou por religiões que - coincidência? - usam farofa, frango e cachaça em seus cultos. E os aterros são o sonho de qualquer mendigo. Lugar âmplo para se dormir ao relento, mijar tudo em sua volta e trocar aquele par de cigarro esperto por uma "chupeta" em plena luz do dia. Bem, já que os Basiobas (nativos de Lago de Fevereiro), preferem ir ao Shopping do que ir aos aterros, constitue mais ainda o abandono.
Bem, Parece que Lago de Fevereiro não está tão bonita assim. Mas, espere! O dia-a-dia tem que fazer valer a fama de Cidade Esplendorosa!
Os Basiobas não gostam de trabalhar e querem que você fique ciente disso o tempo todo, fazendo seu serviço - qualquer um - reclamando. Isso pode ser bem desanimador. É um milagre a economia basioba existir. O transporte coletivo também não é muito bom, ao passo que quem manda não é o poder público e sim empresários. Concessão pública é uma formalidade para federalistas verem. E, dentro desse universo dos ônibus, o motorista é quem manda em seu coletivo, escolhendo se pára ou não para passageiros, afinal, ele não queria estar ali trabalhando também. Além de seu império interior, a rua também pertence a ele, junto aos motoristas de vans e aos taxistas que, com suas artimanhas bem malandras típicas do basioba, deixam a já triste malha viária da cidade um inferno, parando no meio da via, promovendo buzinaços e fechadas que matariam Hamilton de inveja. Mas é difícil pedir para taxistas e vans maneirarem pois, não raramente, tem uma costa quente de alguém de seu sindicato, que está a serviço do tráfico de drogas e das milícias e essas retribuem favores elevando politicamente sindicalistas para que possam ser testas de ferro no legislativo local.
Espere! Eu não escrevi que Lago de Fevereiro tem problemas com drogas?
Pois é. Tem. Lago de Fevereiro é um dos maiores nichos de tráfico de drogas no seu país. Especialmente cocaína. E curiosamente seu país não planta e vagamente refina cocaína. Curioso. Mas, enfim, o tráfico de drogas atrapalha bastante a cidade, posto que a guerra pelo tráfico fez com que traficantes e policiais (vejam, escrevi "traficantes e policiais" e não "traficantes e Estado") entrassem em um conflito particular tão profundo que hoje os policais estão tomando conta dos negócios que outrora pertenciam a traficantes. E esse conflito dá problema para os basiobas! Balas perdidas, investidas assassinas de policais, crimes sangrentos pelos bandidos, fechamento de ruas, delegação de leis próprias em dados locais da cidade, insegurança, mudança de conduta dos policiais para com o cidadão, desfoque e esquecimento dos usuais problemas policais como furto, roubo, agressão, etc... O basioba, que não pode contar com o Estado, só resta fumar um ou cheirar algumas carreiras espertas para levar a coisa toda na esportiva. Mas, o basioba é malandro e o basioba é esperto! Ao invés de tentar mudar isso pelos meios legais ou voto - que é coisa de otário - eles pagam uma merecida cervejinha pro "Seu Poliça" para as coisas ficarem numa boa. Esquentar a cabeça para quê?
O múltiplo leque de entretenimento de Lago de Fereveiro é o seguinte ; Praia poluída, restaurantes que cobram pela decoração e não pela horrorosa comida, cinemas repletos de basiobas qeu não sabem assistir filmes quietos, festivais de cinema tranformados em virtine de poses e jogos de futebol dos times mais incompetentes dos campeonatos nacionais. Shows? Uma variedade sem igual; Samba-Rock, Samba-Rap, Samba Hip-Hop, Samba Canção, Samba de Gafieira, Samba de Roda, Samba Universitário, Samba. Tem também funk e bossa nova, com uma pitada de samba. O teatro de humor é sempre ligado aos mais falidos bordões da comédia de sua principal emissora televisiva e inteligência - ou qualquer sinal dela - não há. O cinema fala bastante de algumas áreas de Lago de Fevereiro, as regiões mais pobres, claro, mas sempre acabam poetizando alguns problemas sociais e terminam celebrando uma desgraça como algo "lúdico" (um doce para quem der vários chutes na pessoa que colocou essa palavra na moda). E nem adianta criar ou demonstrar seus próprios gostos, os basiobas repelem aquilo que você de fora gosta, afinal, tomam como verdade suprema que são o centro cultural do país em que vivem e tudo que produzem, assistem e consomem é o correto.
Mas, essa é a cultura basioba, talvez imutável, portanto, repeitemos. Mas o que é estranho em Lago de Fevereiro é a cidade. As ruas são maltradas porque os basiobas, com razão, já não acreditam em algo coletivo. A raiva e frustração por inúmeras situações terríveis da cidade faz do outrora caloroso basioba um bronco indiscritivelmente egoísta. A cidade que echia o peito do avô do basioba de orgulho está em ruínas. Abandonada e maltratada. O desgosto e amor que o basioba tem pela cidade deve se assemelhrar a que filhos de prostitutas tem com suas mães. E segue assim, sem esperança, sem um mínimo sinal de que a coisa mudará. Pelo contrário, cada dia fica pior e pior.
Não dá pra chamar Lago de Fevereiro de Cidade Esplendorosa.
Postado por Figueiredo às 7:05 PM 0 comentários
Saturday, October 11, 2008
Jornalistas são preguiçosos até na hora de analizar corretamente a arma que usarão para endossar suas manipulações. Kaniz, ao ser perguntado capciosamente "o que era real e fictício" nessa crise, ele respondeu. Mesmo. Respondeu tanto que o entrevistador tentou minar o que acabou se tornando um "desmedido otimismo". "Não falo sobre otimismo, e sim fatos. Aliás, a imprensa brasileira é que está errando. Vocês têm grande responsabilidade no pânico que foi firmado desnecessariamente aqui no Brasil."
Juro a vocês que ri sozinho.
Mas, claro que falamos de jornalistas e tinham que descreditar o sujeito e dar conotação política a coisa toda. A ultima pergunta, depois de várias intenções de corte das respostas de Stephen Kanitz - com direito a algumas tentivas bem grosseiras - veio faltando bem poucos segundos para o término do programa; "O senhor então concorda com o Lula quando ele diz que o Natal será bom e que podem gastar à vontade?"
Um simples "sim" ou "não" aí seria fatal. Então começa uma explicação de alguém que, por pensar, não acha a resposta simples. Então, o aviso de que o tempo estava se esgotando; "Um segundo, amigo, você me perguntou e agora vou responder. É a minha reputação que está em jogo e não a sua!". E respondeu de modo satisfatório.
Juro a vocês que ri sozinho novamente. A reação de um jornalista quando se é contrariado é incrível. Ao vivo então, é uma beleza. Acho que por isso ninguém os fiscaliza; Seria hilário demais contrariá-los.
Hoje, assistindo a essa entrevista, que duvido que muitos tenham visto, tive a alma lavada. Uma informação clara de quem não está com um galão de gasolina pronto para despejar numa fogueira ou com um caminhão de bombeiro para apagar o fogo a qualquer custo. A coisa foi - como posso escrever isso?- real. Foi como achar uma garrafa de San Pellegrino no meio de uma piscina olimpica de merda.
Bem, desculpem essa última linha. Serei mais ponderado em minhas considerações. Sem pânico, nem com grandes louvores ao supremo. Ele pode estar bem errado, e foi só uma idéia, um boa visão e, como há muito não aparecia, uma bem plausível. E idéias podem mudar, ao contrário de convicções. E, cá entre nós, chega de convicções.
Postado por Figueiredo às 4:01 AM 5 comentários
Sunday, October 05, 2008
"Fazer cartuns é uma espécie de missão de paz intolerante. Ao contrário de declarar guerra é, insistentemente, declarar o óbvio. E não há nada de engraçado nisso tudo. O riso, se houver, é conseqüência." (Beto)O Beto, cartunista tomado por mim como fodão (e não existe outra palavra na língua pátria que o traduziria melhor), foi mais um dos cartunistas que cultivo admiração e enorme respeito que fechou seu blog.
Espero que não tenha desistido do cartun, pois, caso for, provaria-me em definitivo que a burrice e falta de educação, que é uma espécie de epidemia nacional, não está matando somente quem a porta e gerações futuras, mas também talentos ímpares como Beto. Pra lá de triste. Emputecedor por completo.
Postado por Figueiredo às 4:18 AM 0 comentários
Thursday, October 02, 2008

(clique na imagem para ampliar)
Em tempos de pleito, o jogo do poder fica mais divertido se for em tabuleiro.
Idéia impressa na Revista Vírus Planetário. Essa belezinha é resultado da mente maravilhosamente doentia de Bruno Ruivo.
E não comentarei uma linha sobre o hiato das postangens. Ar arrogante pinta uma falsa imagem de competência blasé ao artista. Às favas, chinelagem.
Postado por Figueiredo às 3:48 AM 1 comentários
Monday, May 19, 2008

Depois de um fantástico lançamento nos pilotis da PUC-Rio, está andando por aí a Revista Virus Planetário. Trata-se de um periódico mensal feito e idealizado por alguns estudantes daquela universidade, onde o enfoque político, cultural, social e profissional é tratado com um pouco mais de honestidade e humor. Mesmo tendo estudantes de jornalismo na jogada, a coisa acabou ficando boa mesmo (ho ho ho). Além dos artigos que deixarão suas idas ao banheiro infinitamente mais divertidas, a revista também conta com a colaboração desse portentoso cartunista que vos escreve.
O release fala por si;
"Este projeto foi idealizado por alunos de diversos cursos da PUC-Rio, que, movidos pela infindável pulsão de querer modificar a realidade para melhor, pretendem fazer nessa revista, uma manifestação de suas opiniões acerca do Brasil e do mundo. A publicação tratará de temas que estão em voga na grande mídia, além de política e cultura. Tudo sempre de uma forma irreverente; uma parte da revista será composta de elementos humorísticos: charges, quadrinhos, notícias fictícias. A outra fará uma abordagem mais séria dos temas com reportagens e artigos jornalísticos.
A revista terá periodicidade mensal. Sendo disponibilizada gratuitamente. Em maior quantidade na PUC-Rio e em menor escala em outras faculdades e espaços culturais como cinemas, teatros e casas de show."
Vez por outra atualizam a página da revista e, como todas as outras coisas entre o céu e a terra, também tem uma comunidade na porcaria do Orkut.
No mais, a dica é essa, caríssimos.
Postado por Figueiredo às 1:51 PM 1 comentários
Tuesday, April 22, 2008
Postado por Figueiredo às 7:06 PM 6 comentários
Wednesday, March 12, 2008
Friday, March 07, 2008
Thursday, March 06, 2008
Tuesday, March 04, 2008
Sunday, March 02, 2008
São poucas as coisas que vejo na internet que me causam impressão ou comoção. Depois de ver várias bizarrices perturbadoras, tais como uma mulher casada com um galo, um cara que desenha com o buraco do olho e uma tailandesa que transa com extintores de incêndio, enviadas pelos meus amigos intelectuais, criei uma crosta protetora de estranhezas que orbita meu Outlook Express, torando-me quase um misoneísta das asneiras e até das boas coisas.
Contudo, esse filho de uma devassa (e só chamando assim mesmo) desse espanhol, quebrou a intransponível barreira da apatia.
Essas imagens fazem parte do trabalho de Juan Francisco Casas , e que é voltado, exclusivamente, para o desenho de observação. Como se não bastasse o ótimo olho do rapaz, o que também chama a atenção é a ferramenta utilizada para seus desenhos; Caneta Bic.
Estranhamente, a ferramenta utilizada acaba sendo pequeno detalhe bizarro de um ótimo porfoglio. Portfoglio que, não duvidem, é belíssimo e provido de imagens e detalhes que dificilmente algum outro desenhista se preocuparia em retratar. Confiram o site do gajo e digam se um cara que desenha assim não merece um tapa na nuca? Claro que merece.
Postado por Figueiredo às 1:48 PM 0 comentários
Friday, February 29, 2008
Thursday, February 28, 2008
Tuesday, February 26, 2008
Postado por Figueiredo às 2:48 PM 0 comentários
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Friday, February 15, 2008
Postado por Figueiredo às 12:37 AM 1 comentários
Thursday, February 14, 2008
Correndo o risco de não parecer romântico, a maioria dos assassinatos não são cometidos por motivos passionais? Sempre sugeri cautela nesse dia.
Cuidem-se, pombinhos.
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Tuesday, February 05, 2008
Que bom que o carnaval está por aí. A febre amarela foi erradicada, fortificou-se a ética no meu país e PMs e traficantes andam de mãos dadas. Que beleza.
Postado por Figueiredo às 8:06 AM 1 comentários
Wednesday, January 16, 2008
Sunday, January 13, 2008
(clique na imagem para ampliar)Que dívida.
Postado por Figueiredo às 12:45 AM 0 comentários
Wednesday, January 09, 2008
Postado por Figueiredo às 3:04 AM 0 comentários
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Mongolóide Caffè
Thursday, January 03, 2008
Saturday, December 29, 2007
Postado por Figueiredo às 10:28 AM 0 comentários
Thursday, December 27, 2007
De uns tempos para cá apareceram sugestões bem interessantes de filmes. Em especial documentários. Recentemente assisti "loudQUIETloud", película que narra os bastidores da turnê de reencontro dos Pixies, em 2004. Muito recomendado para pessoas que duvidam que tolerância com o próximo pode ocorrer por razões financeiras. Também existem flagrantes de inspiração artística e momentos de puro glamour. Como esse, onde Frank Black prova que, antes de artista renomado, é um gordo leguminoso de preguiças mil como qualquer outro. Gente como a gente.
Estava para comentar "loudQUIETloud" havia um tempo, mas seria cretinice colocar-me no lugar de sábios (risos) jornalistas culturais.
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Ando sem tempo até para me justificar.
Saco...
Postado por Figueiredo às 5:27 AM 0 comentários
Thursday, October 25, 2007
Depois de uma semana morando comigo mesmo, algumas conclusões e atitudes tornaram-se inevitáveis.
Postado por Figueiredo às 3:27 PM 6 comentários
Wednesday, October 03, 2007
Postado por Figueiredo às 2:14 AM 3 comentários
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Mongolóide Caffè
Monday, September 24, 2007
Sunday, September 23, 2007
Postado por Figueiredo às 4:20 AM 3 comentários

































